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Sarau celebra 104 anos de Rubem Braga

O evento acontece na Casa dos Braga, debaixo do velho pé de fruta-pão, nesta quinta, a partir das 19h

10.01.2017

 

 

 

Foto Divulgação

 

Redação

 

Considerado o maior nome da crônica brasileira no século 20, Rubem Braga (1913-1990) completaria 104 anos nesta quinta-feira (12). Para lembrar a data de nascimento do escritor e jornalista cachoeirense, a prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim vai promover no dia o sarau “Nas asas da borboleta amarela”.

 

Organizado pela Secretaria Municipal de Cultura, o evento acontece na Casa dos Braga, debaixo do velho pé de fruta-pão (eternizado na obra do cronista), a partir das 19h. A entrada é franca.

 

Algumas de suas crônicas mais famosas serão declamadas por artistas locais durante a programação, que vai contar, também, com apresentação musical e projeção visual de fotos e trechos dos escritos de Rubem.

 

O sarau terá como atração, ainda, o varal literário, onde estarão pendurados diversos textos de Braga. A ideia, segundo a secretária municipal de Cultura, Fernanda Martins, é que as pessoas possam pegar esses textos e levá-los ou, então, até declamá-los para o público presente.

 

“Para todos nós, cachoeirenses, celebrar Rubem Braga sempre é motivo de alegria. Afinal, trata-se do autor que elevou a crônica ao status de gênero literário, tornando-se um verdadeiro divisor de águas do estilo. Um filho ilustre, portanto, do qual muito nos orgulhamos”, ressalta Fernanda.

 

 

Quem foi Rubem Braga

 

Rubem Braga nasceu em 12 de janeiro de 1913, em Cachoeiro, filho do primeiro prefeito da cidade, Francisco Braga. Foi criado no casarão da rua 25 de Março, no Centro, que hoje leva o nome da família. 

 

Iniciou-se no jornalismo ainda em Cachoeiro, aos 15 anos, no jornal Correio do Sul, de propriedade de seu pai. Mesmo depois de se formar em Direito, em Belo Horizonte, continuou se dedicando ao periodismo. Foi correspondente na Revolução Constitucionalista (1932) e na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

 

Com passagem pelos principais jornais do país, Rubem ganhou reconhecimento nacional com a crônica, que ajudou a consolidar como gênero literário. Autor de mais 15 mil textos, faleceu em 19 de dezembro de 1990.

 

 

 

 

 

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