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Desemprego desacelera e indústrias crescem em 2017

A indústria capixaba registrou crescimento de 1,7% em 2017, ano marcado pela crise econômica no País

10.02.2018

 

 

 

Setores ligados a agricultura, pesca, e pecuária foram responsáveis por geração de empregos no Espírito Santo

Lorena Giordina
ADI-ES

 

Melhoras tímidas foram apresentadas ontem, pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional Industrial do Espírito Santo (Ideies), ligado a Findes. A indústria capixaba registrou crescimento de 1,7% em 2017, ano marcado pela crise econômica no País. O desemprego também diminuiu na área, em 2016 foram 15.118 demissões, enquanto no ano passado, foram 1.777 a mais do que admissões.

 

O índice de confiança do empresário industrial também aumentou, 12,7%, tornando o Espírito Santo um estado forte para se investir. “Os setores de alimentação e mineração são os que puxam a economia”, destacou o vice-presidente da Findes, José Carlos Zanotelli. 


Os números referentes ao mercado de trabalho, mostram que os profissionais com maior nível de escolaridade tiveram saldo positivo em relação a empregos. No acumulado de 2017 as atividades que mais contribuíram positivamente para o saldo líquido de emprego foram a agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (1.250). 


Já as atividades de serviços (-1.302) e construção civil (-793) foram as que mais eliminaram postos de trabalho. O Espírito Santo finalizou 2017 com um estoque de carteira assinada no montante de 710,6 mil empregados.


Aracruz desponta como o município com maior número de empregos gerados no ano passado, seguidos de Conceição da Barra, Santa Maria de Jetibá, Marechal Floriano, São Mateus, Linhares, Viana, Anchieta, São José do Calçado e João Neiva. 


Com a recuperação econômica prevista para 2018 e 2019, é esperado o aumento da oferta de vagas de trabalho. Dessa forma, os trabalhadores que buscam uma oportunidade podem se qualificar e retornar ao mercado de trabalho com novas habilidades técnicas. 


“Se capacitar, estudar, procurar formação técnica, aprender outra língua dão mais oportunidades para as pessoas”, falou Zanotelli.

 

 

 

 

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