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217 moradores de rua passaram por Cachoeiro neste ano

10.08.2017

 

 

 

Encontro foi promovido nesta quinta-feira (10), na Ilha da Luz (Foto: Divulgação/PMCI)

 

Durante a manhã desta quinta-feira (10), na Ilha da Luz, órgãos ligados à segurança em Cachoeiro participaram do encontro periódico do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), coordenado pelo prefeito Victor Coelho. Uma das pautas foi a apresentação de dados sobre o atendimento a pessoas em situação de rua.

 

Participam dos encontros representantes das polícias Ambiental, Militar e Civil, da Guarda Civil Municipal, do Corpo de Bombeiros e de setores da prefeitura ligados a Educação, Trânsito, Economia, Saúde, Segurança, Limpeza Urbana e Habitação.

 

A equipe que promove o serviço social é ligada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes) e mostrou como funciona o trabalho do Pop Rua - Serviço de Atenção ao Migrante e à População em Situação de Rua.

 

De acordo com a coordenadora do setor, Manuela Fontana, foram 252 atendimentos nestes sete meses, que ajudaram a identificar alguns números sobre os atendidos, também chamados de usuários do serviço de atendimento.

 

Neste ano, passaram por Cachoeiro 217 pessoas consideradas em situação de rua, sendo a maioria consumidores, com frequência, de bebida alcoólica ou de entorpecentes. Por isso, há encaminhamentos para serviços que acolhem e ajudam no tratamento, como Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Outras Drogas (Caps – AD).

 

Desde janeiro, foram realizados 155 encaminhamentos à Casa de Passagem Santa Tereza de Calcutá e disponibilizadas 37 passagens rodoviárias, para que alguns dos atendidos pudessem retornar à cidade onde moraram, por exemplo, com familiares mais próximos.

 

“Há ainda os acompanhamentos que nossa equipe promove nas ruas de Cachoeiro, com atendidos que escolhem permanecer morando na rua, por motivos diversos. Os usuários do serviço são cadastrados e recebem orientações de acordo com as informações reunidas”, explicou a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Márcia Bezerra.

 

Assim, com o acompanhamento mais próximo e o cadastro, segundo a equipe do Pop Rua, é possível fornecer ajuda a essas pessoas para acesso a cultura, educação e capacitação profissional, por exemplo, fortalecendo as condições para que deixem de viver nas ruas. Atualmente, 17 pessoas recebem esse tipo de acompanhamento.

 

 

 

 

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