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Manutenção só cobre um de cada três pontos de luz

14.11.2017

 

 

 

Servidores da Secretaria de Serviços Urbanos deram explicações na Câmara (Foto: Divulgação/CMCI)

Apenas 6 mil dos 18 mil pontos de iluminação pública em Cachoeiro de Itapemirim estão cobertos pelo contrato de manutenção. A revelação é do secretário de Serviços Urbanos, Paulo Miranda.

 

A limitação contratual é um dos pontos que explica a lentidão de atendimentos para a troca de lâmpadas, instalação de postes e braços de luz, problema que afeta, principalmente, os distritos. Outros são a falta de recursos financeiros e equipamentos.

 

O município arrecada cerca de 919 mil por mês com a taxa de iluminação pública e paga cerca de R$ 510 mil pela iluminação. Os investimentos são feitos com a sobra desses recursos.

 

Mas, segundo o servidor Gonzaga, há um outro problema: postes que, na gestão anterior, teriam sido instalados ilegalmente em propriedades particulares, e, agora, as lâmpadas não podem ser substituídas. 

 

A situação foi apresentada nesta segunda-feira (13) aos vereadores pela equipe da Secretaria de Serviços Urbanos, comandada pelo secretário Paulo Miranda, que esteve na Câmara, em sessão extraordinária. O convite para a sessão extraordinária foi feito pelo vereador Alexon Soares Cipriano (PROS).

 

Diante das revelações, o vereador Higner Mansur (PSB) recomenda que “relatório sobre esta questão seja enviado para esta Casa, ou diretamente para o Ministério Público”.

 

A Prefeitura elabora termo de referência para a contratação de novos serviços e deve fazer alterações na concessão do serviço para que todos os pontos de iluminação sejam abrangidos.

 

Além disso, a prefeitura vai promover a instalação de central telefônica para atender a população. E também está sendo estudada a possibilidade de trocar lâmpadas de vapor de sódio por led.

 

Sobre o dia a dia da secretaria, o secretário Paulo Miranda disse que as demandas são grandes e que usa a criatividade para dar conta. “O prefeito pediu para não olhar para trás, sempre para a frente. Implantamos o turno de 12/36, e assim conseguimos ter os funcionários nas ruas todos os dias, pegando emprestados o maquinário e os caminhões de outras secretarias nos finais de semana”, disse Miranda.

 

 

 

 

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